Tirando screenshots via linha de comando

17 08 2010

É possível usar o “import” para tirar screenshots, um utilitário de linha de comando incluído em praticamente todas as distribuições. Exemplo:

import -window root tela.png

O comando acima tira um screenshot da tela toda.

O formato de compressão das imagens é especificado diretamente no nome do arquivo. No exemplo salvei as imagens em .png, mas para salvá-las em .jpg basta alterar a extensão do arquivo gerado, “import imagem.jpg” por exemplo.

A principal vantagem do import é que ele pode ser chamado a partir de scripts. Você pode por exemplo agendar um trabalho no cron para tirar um screenshot a cada minuto por exemplo e assim poder monitorar em que tipo de página seu filho/filha/namorada(o)/funcionário(a)/chefe anda navegando.

Para mais informações digite no terminal:

man import

É isso!  :]

Fonte: http://www.guiadohardware.net

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Como alterar o layout de teclado no linux

13 08 2010

Se você esta utilizando um teclado com padrão diferente do que foi instalado o seu servidor Linux, e este servidor não tem o X instalado, então é necessário alterar o padrão de layout do teclado diretamente via console. Veja:

RedHat: # redhat-config-keyboard
Centos: # system-config-keyboard
Debian: # dpkg-reconfigure console-data
Ubuntu: # sudo dpkg-reconfigure console-setup
SuSe: # Yast2

Pode ser necessário alterar também o idioma padrão do seu servidor:

RedHat: # redhat-config-language
Centos: # system-config-language
Debian: # dpkg-reconfigure locales
Ubuntu: # sudo “set-language-env-E
SuSe: # Yast2

fonte: jf.eti.br





Crackeando ou recuperando senhas de arquivos PDF

20 07 2010

Apesar de arquivos PDF poderem ser visualizados em qualquer plataforma sem nenhum problema com proteções ou limitações, alguns arquivos PDFs podem vir protegidos por senha, que pode impedir que o arquivo seja marcado, impresso, copiado ou até mesmo visualizado, sem que você digite o password para abrir o documento.

Pois bem, existem diversos programas que permitem que você crackeie ou descubra via brute force as senhas de “owner” ou de “user” de um arquivo PDF, porém esses programas normalmente custam bem caro. Pensando nisso, a comunidade Open Source criou o PDFCrack, que é um aplicativo 100% gratuito que permite que você crackeie ou recupere a senha esquecida de um arquivo PDF de qualquer versão existente. Originalmente o PDFCrack roda em linux, porém existe uma versão Windows que funciona tão bem quanto a sua versão pinguim.

Para rodar o programa sobre um arquivo PDF basta executar o programa a partir do prompt de comando com a seguinte sintaxe:

$ pdfcrack -f arquivopdf.pdf

E aguardar. Porém você pode agilizar o processo especificando opções como -n  que permite definir o número mínimo de caracteres da senha ou -m que define o numéro máximo da senha. Para todos os comandos disponíveis, digite pdfcrack no prompt, sem opções.

Download





Checando badblocks no ubuntu

16 07 2010

Para checar se existem badblocks no seu HD existe o programa badblocks.

O programa é bem interessante e prático, mas tem que ser utilizado com o devido cuidado para não apagar os seus dados.

Método read-only

Este é o método mais seguro que eu conheço, apenas lê os dados e pode ser utilizado num disco que está montado.

Simplesmente verifica cada bloco que pode ser lido, não testa por erros de escrita

sudo badblocks -sv -c 1024 /dev/sda

Método read-write

Método “non-destructive” que testa cada bloco lendo, escrevendo e verificando.

sudo badblocks -nsv -c 10240 /dev/sda

Método write test

Esse comando vai apagar todos os dados da unidade escolhida, use com cuidado. Ele vai escrever em cada bloco e verificar por erros.

sudo badblocks -wsv -c 10240 /dev/sda

Exemplo do resultado usando o método read-only:

badblocks -s -v -c 10240 /dev/sda
Checking blocks 0 to 195360983
Checking for bad blocks (read-only test): done
Pass completed, 0 bad blocks found."

Em uma rápida análise dos parâmetros:

* -s = mostrar progresso

* -v = verbose mode

* -c 10240 = checar 10k blocos por vez

* -n = non-destructive read-write

* -w = destructive write-mode

Eu sugiro dar uma olhada no manual do badblocks antes de testar o programa, esses exemplos foram os que eu usei, mas uma rápida olhada no manual da para checar por algo próprio a sua necessidade.





Colocando script na inicialização do Linux (Ubuntu/Debian)

21 06 2010

Basta você criar seu script dentro da pasta “/etc/init.d”.

Exemplo:

# vim /etc/init.d/meuscript.sh

#!/bin/bash

echo "Olá mundo"

E dar a permissão para execução:

# chmod 755 /etc/init.d/meuscript.sh

Agora é só colocar para inicializar junto com o sistema:

# update-rc.d meuscript.sh defaults

É isso! =]

fonte: http://www.vivaolinux.com.br





Alterar data e hora que um arquivo foi criado

15 06 2010

Para alterar data e hora em um arquivo que já foi criado basta usar o comando “touch”:

touch -t MMDDhhmm nomedoarquivo.txt

* MM = mês
* DD = dia
* hh = hora
* mm = minuto

Exemplo: Vamos supor que o arquivo foi criado nessa data:

“Jun 27 14:05 nomedoarquivo.txt”

e você queira mudar para:

“Out 17 15:07 nomedoarquivo.txt”

Então você digita o seguinte comando:

$ touch -t 10171507 nomedoarquivo.txt

fonte: http://www.vivaolinux.com.br

É isso! =]





Abra uma consola “Aqui”.

15 06 2010

Quantas vezes sentimos a necessidade de abrir um terminal dentro de uma determinada pasta? Bastantes vezes não é?

Para um utilizador comum, recém-chegado ao mundo Linux ou mesmo alguém mais preguiçoso ou simplesmente prático, não seria mais confortável ter uma pequena entrada no menu de contexto (menu right-click) que permitisse abrir uma terminal na pasta atual?

O plugin maravilha que permite a ação anteriormente descrita está disponível para o Nautilus, o gestor de ficheiros do Gnome. Portanto, se utiliza o Gnome, seja qual for a sua distribuição de Linux, pode instalar o nautilus-open-terminal, que deverá estar presente no seu gestor de pacotes.

Para instalar basta digitar:

sudo apt-get install nautilus-open-terminal

Ou então procurar o pacote nautilus-open-terminal no Synaptic (menu Sistema > Administração > Gestor de Pacotes Synaptic).

NOTA: É natural que após a instalação do plugin não veja imediatamente a opção no menu de contexto, precisa então reiniciar o Nautilus. Para isso pode reiniciar o sistema ou fazem um simples logout e depois login. Ou pode ainda, mais rapidamente, carregar em ALT+F2, escrever na janela que aparece: killall nautilus. De seguida, faça a mesma combinação de teclas ALT+F2 e digite nautilus.

fonte: http://www.pplware.com

É isso! =]